sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A tristeza


LUXEMBURGO vs PORTUGAL (1-2)

Se Cristiano Ronaldo é neste momento uma criatura triste, o que dizer dos restantes jogadores que representam a nossa selecção. Esta armada portuguesa conhece apenas e só duas velocidades, devagarinho e parado, conseguindo a proeza de estar 30 minutos - isso mesmo, 30 minutos - a perder com o poderoso Luxemburgo, o que para mim já é mais do que suficiente para ser considerado derrota.

Contra um frágil e demasiado simpático Luxemburgo, os portugueses entraram com o peito cheio de arrogância mas começaram logo por sofrer um golo - e que belo golo - da autoria de um contabilista português que nos tempos livres dá uns toques na bola - o suficiente para meter João Pereira num bolso. É certo que, depois, o Luxemburgo só defendeu e mesmo isso fazia sem grande qualidade, mas Portugal mostrou pouco ou nada no que a futebol diz respeito - em penteados foi sem dúvida superior - e até nem precisava de jogar muito bem para mostar qualquer coisinha. Escusava era de jogar tão mal!  

Apesar dos 3 pontos conquistados, convém não esquecer que jogamos contra um adversário que é quase 100% amador. Espera-se por isso - eu pelo menos espero - uma significativa melhoria no futebol da selecção portuguesa e, acima de tudo, uma enorme mudança na atitude dos seus jogadores.

Depois de uma longa e dura semana de trabalho, talvez uma partida de futebol de praia tivesse resultado numa melhor exibição!

Volta à Europa






À passagem da segunda jornada do campeonato, o campeão Borussia Dortmund perdeu os seus primeiros pontos na visita ao FC Nurnberg, com quem empatou a um golo. Quem aproveitou o deslize dos "Prussianos" foi o Bayern Munchen que, mais uma vez, fez questão de mostrar o seu poderio e, a jogar em casa, goleou o VFB Stuttgart por 6-0, num jogo onde Muller foi o principal destaque ao apontar dois golos.  

Numa jornada com bastantes golos, destaque ainda para as goleadas fora de Eintracht Frankfurt - 0-4 sobre o TSG Hoffenheim - e do Hannover 96 do português Sérgio Pinto - jogou os 90 minutos - que goleou na visita ao VFL Wolfsburg por 0-4.

Bayern Munchen e Eintracht Frankfurt dividem a liderança do campeonato com 6 pontos em dois jogos. O Borussia Dortmund começou a perder terreno para a equipa de Jupp Heynckes e é, à segunda jornada, 6º classificado com 4 pontos. Na cauda da tabela continuam Hamburger SV, FC Augsburg, TSG Hoffenheim e VFB Stuttgart que ainda não conseguiram qualquer ponto.  


A terceira jornada da liga espanhola ficou marcada pelo "amuo" do português Cristiano Ronaldo no jogo em que o Real Madrid venceu o Granada por 3-0. Durante o jogo Ronaldo voltou a ser dos melhores - o que não surpreende - apontado dois golos que decidiu não festejar. No final do encontro disse estar triste e a polémica ficou instalada.  

Nos outros jogos, o FC Barcelona venceu com dificuldades o Valência - João Pereira foi titular - graças a um grande golo do brasileiro Adriano. Com esta vitória os catalães são agora o único clube 100% vitorioso. Na cidade de Valência, o Levante venceu o Espanyol por 3-2, mantendo a equipa de Rui Fonte e Simão ainda com zero pontos. Mais a norte, o Deportivo, a jogar com dois portugueses no onze inicial - Pizzi e Bruno Gama - empatou a 1 bola na recepção ao Getafe e continua o seu bom início de época neste regresso à primeira liga. Por realizar está ainda o jogo entre Real Betis e Atlético Madrid que foi adiado devido à presença dos madrilenos na final da supertaça europeia.

O FC Barcelona é agora líder isolado do campeonato com 9 pontos em três jogos. Logo atrás dos catalães seguem Mallorca, Malaga e Rayo Vallecano todos com 7 pontos. O Real Madrid continua a 5 pontos do líder, tendo subido no final desta jornada para a 11ª posição. No fundo da tabela permanecem Espanyol e Osasuna que ainda não pontuaram.


Ao fim de quatro jornadas, o Paris SG conseguiu, finalmente, vencer e bem pode agradecer ao sueco Ibrahimovic que marcou os seus primeiros golos na liga, nesta vitória por 1-2 em Lille. Quem ainda não se cansou de vencer foi o Marseille que continua imbatível e líder isolado da liga francesa, tendo vencido o Rennes por 3-1 num jogo que foi tudo menos fácil - só ficou decidido nos últimos minutos. Também o Lyon teve tarefa bem complicada para vencer na recepção ao Valenciennes - 3-2 - e continuar na perseguição ao líder. Destaque ainda para o Lorient que bateu o Nancy por 3-0 e continua surpreendentemente nos lugares do pódio.

Com quatro jornadas concluídas, o Marseille continua líder isolado com 12 pontos em quatro jogos, sendo seguido de perto pelo Lyon que com 10 pontos ocupa a segunda posição. Com a primeira vitória na liga, o Paris SG subiu à sexta posição a 6 pontos do líder Marseille. Das vinte equipas que participam na principal liga francesa, o Sochaux é a única que ainda não conseguiu pontuar e por isso mesmo ocupa o último lugar da tabela.  


Na Holanda, a equipa de Steve Maclaren - FC Twente - parece não querer deixar fugir a liderança de forma alguma e num jogo extremamente complicado frente ao último classificado - VVV Venlo - precisou de 92 minutos para chegar ao golo da vitória, por intermédio de Leroy Fer na marcação de uma grande penalidade. Em Heerenveen, o Ajax, que vinha embalado por duas goleadas, voltou a perder pontos, num empate a 2 golos que afasta ainda mais a equipa de Frank de Boer do topo da tabela.

Quem continua em grande estilo é o PSV que na recepção ao AZ Alkmar venceu - e convenceu - por 5-1, num jogo em que o esloveno Tim Matavz assinou uma exibição soberba. Destaque ainda para o Vitesse que recebeu e venceu o Feyenoord por 1-0 e continua a apenas 2 pontos da liderança.

No primeiro lugar da liga continua o 100% vitorioso FC Twente - 12 pontos  . A apenas 2 pontos segue o surpreendente Vitesse e logo de seguida o PSV que nesta jornada atingiu os 9 pontos e subiu ao terceiro lugar. No fundo da tabela segue o frágil VVV Venlo que só esta semana conquistou o seu primeiro ponto.


Depois de na última jornada se ter estreado a marcar, parece que o holandês Van Persie ganhou o gosto ao golo e esta semana brindou os adeptos com um hat trick - só não foi poker porque falhou um pénalti - na vitória do Manchester United por 2-3 sobre o Southampton. Por sua vez, o Manchester City recebeu e venceu o novo clube do portugês Bosingwa - QPR - por 3-1 e mantém 1 ponto de vantagem sobre o rival e vizinho United.

Nos outros jogos da jornada o destaque vai para mais uma escorregadela do Tottenham de André Villas-Boas, desta vez na recepção ao modesto Norwich City - empate a 1 bola. Começa a faltar tempo ao técnico português e 7 pontos de diferença para a liderança, curiosamente ocupada pelo seu ex-clube, já começa a ser muita coisa.  

No jogo grande da jornada, o Arsenal visitou a cidade de Liverpool, de onde saíu com a confiança recuperada e com uma vitória por 0-2 sobre a equipa de Brendan Rodgers. Os reforços Cazorla e Podolski estrearam-se a marcar na liga e deram a primeira vitória da época aos "gunners". 

Ao fim de três jornadas o Chelsea FC continua primeiro com 9 pontos, seguido por Swansea e West Bromwich, ambos com 7 pontos. Perdido no fundo da tabela continua o Liverpool que, com apenas 1 ponto, ocupa o 18º lugar da liga inglesa.


Se na primeira jornada do campeonato italiano o AC Milan tinha surpreendido ao ser derrotado em casa pela Sampdoria, desta vez foi o arqui-rival Internazionale que, perante os seus adeptos, foi humilhado pelo AS Roma. A equipa romana, que até tinha começado mal a época - empate em casa - mostrou superioridade total sobre o Internazionale e conquistou uma justíssima vitória por 1-3. Foi também por 1-3 que o AC Milan de Allegri conquistou a sua primeira vitória da época, numa partida onde Giampolo Pazzini -curiosamente emprestado pelo Internazionale - foi a figura principal, assinando um hat trick.   

Alheia às irregularidades das equipas de Milão, a Juventus de Massimo Carrera vai vencendo e convencendo. Desta vez a "vecchia signora" visitou e goleou a Udinese por 1-4 em mais uma excelente exibição colectiva.

Nos restantes jogos, destaque para a vitória da Lázio por 3-0 sobre o Palermo e  para a vitória do Nápoles por 2-1 sobre a Fiorentina. Romanos e napolitanos continuam nos lugares de topo da liga. Destaque ainda para a vitória caseira da Sampdoria - 2-1 sobre o Siena - que desta forma continua a sua boa campanha no regresso à liga. 

Ao fim de duas jornadas, são três as equipas 100% vitoriosas - Juventus, Lázio e Nápoles - que seguem na frente com 6 pontos.



A terceira jornada da liga portuguesa fica marcada pela primeira derrota do SC Braga. Na ressaca da vitória europeia, a equipa de José Peseiro deslocou-se a Paços de Ferreira sem força para fazer frente aos locais, acabando derrotada por 2-0 e deixando assim fugir os seus rivais.

Depois da derrota do SC Braga, FC Porto e SL Benfica fizeram o que lhes competia e venceram os seus jogos. O FC Porto foi a Olhão vencer uma combativa equipa algarvia por 2-3, num jogo bastante complicado para os campeões nacionais. Já o SL Benfica recebeu o CD Nacional e depois de uma primeira parte pouco conseguida, soube dar a volta e chegar a uma robusta vitória de 3-0.

Os restantes jogos da terceira jornada da liga portuguesa não deram mais do que empates. Vitória SC e Estoril Praia protagonizaram a partida mais animada e empataram a 2 bolas na cidade de Guimarães. Beira-Mar e Moreirense ficaram-se pelo 1-1, enquanto que Gil Vicente e Vitória FC, assim como Rio Ave e Académica não foram além do nulo em jogos onde sobra muito pouco para contar. 
Para que a jornada fique completa falta jogar o SC Marítimo vs Sporting CP que, devido a compromisso europeus dos leões, foi adiado para o próximo dia 16.  

No topo da tabela seguem SL Benfica e FC Porto com 7 pontos cada. As posições seguintes são agora ocupadas por Moreirense e Paços de Ferreira ambos com 5 pontos. Nos lugares de descida encontram-se Sporting CP e CD Nacional com apenas 1 ponto conquistado - o Sporting CP tem menos 1 jogo.  

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Ainda Hulk e Witsel


Quando a discussão em Portugal anda ao rubro para perceber quem lucrou mais financeiramente com as vendas de Hulk e Witsel, decidi colocar a questão por um lado que me parece bem mais interessante, o que perdem ou ganham desportivamente FC Porto e SL Benfica com a saída dos seus melhores jogadores.

HULK
A saída de Hulk do FC Porto significa, acima de tudo, a perda do melhor jogador que Portugal viu nos últimos anos e isso já diz tudo. Hulk é um jogador tremendo e que muita falta vai fazer ao futebol português e em especial ao FCPorto. Não vou na conversa daqueles que acham desesperante não ter sido contratado ninguém para substituir o brasileiro, pela simples razão de que não existe ninguém com as suas características e seria um caminho "perigoso" tentar entrar por aí. Um jogador como Hulk, simplesmente, não pode ser substituído por uma "tentativa" de imitação e, nesse sentido, a mudança do FC Porto pós Hulk tem, obviamente, de ser colectiva.

Não concordo, também, com aqueles que dizem que com a saída de Hulk, o FC Porto perde um líder. Não me parece que essa seja a melhor descrição do brasileiro, pois nunca foi a sua personalidade ou forma de estar. O FC Porto perde imenso com a saída de Hulk, perde poder de explosão, perde criatividade, perde força, perde talento, perde imprevisibilidade e perde um jogador que sozinho é capaz de vencer jogos tal como se viu em épocas anteriores. O FC Porto perde um jogador único e que faz a diferença em qualquer posição do campo, mas um líder nato o FC Porto não perde, pois isso Hulk nunca foi.

A saída de Hulk, embora complicada para o FC Porto pode ter um lado positivo - além do financeiro - pois permite aos campeões nacionais explorar e exponenciar o seu jogo colectivo. O FC Porto, que até agora tinha em Hulk a sua principal referência, refugiando-se - com algum excesso - no seu talento para muitas vezes se esconder dos problemas, precisa agora de perder velhos hábitos e saber dar resposta às contrariedades de forma colectiva. Jogadores como James Rodriguez, João Moutinho, Lucho Gonzalez, Jackson ou até Danilo e Alex Sandro serão obrigados a um papel ainda mais importante no jogo da equipa e o trabalho do treinador Vítor Pereira terá de ser agora ainda mais profundo. Ao mesmo tempo, os jovens valores que crescem na equipa - Atsu, Iturbe e Kelvin - ganharão o espaço suficiente para se imporem e mostrar o seu futebol e jogadores como Varela poderão voltar a ter o protagonismo entretanto perdido. O FC Porto tem a oportunidade de potenciar de outra forma alguns dos seus talentos e "revolucionar" o seu futebol colectivo com base nas capacidades e características do seu plantel - não será o 4-4-2 uma solução? Tem a palavra Vítor Pereira!



WITSEL

Bem mais problemática do que a saída do brasileiro do FC Porto é a saída do belga Witsel da equipa da Luz. Se já tinha ficado a ideia de um plantel  desequilibrado e com dificuldades em render - sem ter ido ao mercado - a ausência de Javi Garcia, o que dizer da saída de dois elementos fundamentais do meio campo de Jorge Jesus. Witsel era, até agora, o jogador mais importante do SL Benfica e peça chave no desenho táctico dos encarnados. Se isso por si só já seria uma grande perda, a juntar à saída do espanhol significa um enorme rombo nas opções do treinador português.

Witsel é um jogador que desempenha quase na perfeição as suas funções dentro do campo, que raramente tem um jogo menos bem conseguido e que oferece aos companheiros do sector ofensivo uma enorme liberdade de ataque pois estes confiam na sua fabulosa capacidade de recuperação e ocupação dos espaços. O belga era, sem dúvida, o melhor jogador do campeonato português a desempenhar estas funções. Esta forma de jogar de Witsel foi, ao longo da época passada, essencial para que o caudal ofensivo do SL Benfica - como se sabe bastante elevado - não desequilibrasse a equipa aquando das perdas de bola. O belga tinha não só o papel de recuperador como de municiador do ataque, ou seja, era o primeiro a recuperar posição defensiva e na hora de atacar era o primeiro condutor de jogo, tendo ainda a capacidade de aparecer muitas vezes na hora de finalizar. Em suma, o SL Benfica perde um médio completo e de eleição.

Mas o maior problema da saída do belga foi mesmo o timing - coisa contra a qual o SL Benfica nada podia fazer. Se o meio campo do SL Benfica já se mostrava curto e desequilibrado apenas com Matic, Carlos Martins, Witsel, Aimar e possíveis adaptações de Enzo ou Bruno César, com a saída do numero 28 as coisas complicam-se bastante para Jorge Jesus. Para começar, o sistema de duplo pivot que estava a ser usado como alternativa à saída de Javi Garcia deixa de ter efeito pois deixam de existir jogadores capazes de desempenhar essas funções. A possível solução do SL Benfica vai passar por adoptar novamente um estilo de jogo com um médio defensivo, onde Matic, que poucas oportunidades teve com Jesus, passará a ser indiscutível por falta de outras opções. A partir daí, e para as restantes duas posição do miolo, sobram as opções Carlos Martins e Aimar, que embora sejam jogadores de enorme qualidade têm uma capacidade física que limita a sua utilização. Numa época que vai ser longa e cansativa - quatro competições oficiais -, o treinador Jorge Jesus vai necessitar de muita "ginástica" para fazer render o seu meio campo, principalmente na Champions League. Entretanto, há que aguardar pela reabertura do mercado - Janeiro 2013 - para voltar a equilibrar a equipa.


Importa-se de repetir?


Assim de repente só me ocorre a nacionalidade!

Um castigo que não castiga




Depois de há cerca de 6 meses ter sido instaurado um processo disciplinar ao treinador do SL Benfica por declarações que colocaram em causa a honestidade do árbitro assistente presente no jogo SL Benfica vs FC Porto - Ricardo Santos -, o CD da Federação Portuguesa de Futebol decidiu - três votos contra e dois a favor - castigar o treinador com 15 dias de suspensão e uma multa de 1500 euros.
Tendo em conta que estamos em Portugal e, por isso, habituados a que as decisões para este tipo de assuntos se arrastem durante muitos meses, o caso até não seria de estranhar não fosse o facto de a Liga Profissional de Futebol estar "suspensa" para compromissos das selecções nacionais durante o período do castigo aplicado a Jorge Jesus.
Convenhamos que suspender um treinador de futebol por castigo numa fase em que a competição está parada é no mínimo absurdo, incompreensível e, até mesmo, imprudente. Se muitas vezes critico os dirigentes dos clubes pelo péssimo comportamento que apresentam, devo agora dizer que os senhores que tomam este tipo de decisões também não ajudam muito à "festa" do nosso futebol. Não teria sido muito mais simples e coerente absolver o treinador em causa?


Com castigo ou sem castigo, o certo é que este tema vai servir para mais uma escusada guerra entre os dois maiores clubes de Portugal e, desta vez, os culpados são aqueles que mais deveriam contribuir para o bem estar do futebol nacional.



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Entrada com o pé direito


O CD Cinfães começou a sua participação no campeonato da Segunda Divisão zona centro 2012/13 com uma vitória caseira por 2-1 contra o AD Nogueirense.
Depois de na deslocação a Queluz ter vencido o Real SC por 0-1 num jogo a contar para a primeira eliminatória da taça de Portugal, desta vez, a jogar em casa, foi sempre a equipa mais perigosa e justificou a vitória e os primeiros três pontos da época que para já lhe dão a liderança do campeonato.

Os golos do CD Cinfães foram da autoria do "veterano" Gomes, ambos na marcação de grande penalidade. De destacar ainda a expulsão do guarda redes Pedro Trigueira ao minuto 66 - no lance que culminou com o golo da equipa de Nogueira do Cravo - que resulta numa baixa de vulto para a deslocação à Covilhã, onde o CD Cinfães vai defrontar o Sporting local no próximo dia 16, num jogo a contar para a terceira eliminatória da taça de Portugal.